terça-feira, 27 de fevereiro de 2018

Visita do grupo CERNE 117 à CRB Nacional

Nesta terça-feira, 27 de fevereiro, o grupo do CERNE 117 teve a oportunidade de conhecer os diversos setores da CRB Nacional, interagir com assessores e funcionários, e saber um pouco mais sobre os projetos realizados.

O CERNE 117 está sendo realizado em Brasília (DF), de 04 de fevereiro a 15 de março, nas instalações do Centro Cultural Missionário da CNBB.

“O Senhor nos está dando ‘um novo Espírito e um novo coração”(Ez 36,26)


Grupo visita o setor de Publicações da CRB


Irmã observa a 1ª edição da Revista Convergência


Irmãs cantam em agradecimento na Capela da CRB Nacional
















Grupo do CERNE 117

Grupo do CERNE 117

terça-feira, 5 de dezembro de 2017

Irmã Maria Freire é a nova provincial da Província Nossa Senhora de Guadalupe

À esquerda; Irmã Maria Freire
A Província Nossa Senhora de Guadalupe, da Congregação das Irmãs do Imaculado Coração de Maria, tem nova coordenadora provincial: Irmã Maria Freire da Silva. A eleição aconteceu na manhã da segunda-feira, 04 de dezembro, durante o II Capítulo Provincial, em São Roque, São Paulo.

A nova provincial foi eleita em primeiro escrutínio. À Diretora Geral da Congregação, Irmã Marlise Hendges, a Irmã Maria Freire disse SIM à missão que lhe foi confiada pelas Irmãs capitulares para o triênio 2018-2020.

Natural de João Câmara, Rio Grande do Norte, Irmã Maria Freire tem 59 anos. Ingressou na Congregação em fevereiro de 1981. Professou os primeiros votos religiosos em 15 de junho de 1985 e a profissão definitiva em 17 de novembro de 1990. Foi conselheira provincial do Setor Formação da extinta Província Dulcíssimo Menino Jesus (São Paulo). A nova provincial é doutora em Teologia Dogmática pela Pontifícia Universidade Gregoriana (Roma).

Ainda nesta manhã, em espírito de forte comunhão e pertença congregacional, Irmãs também elegeram o seguinte Conselho:

Vice Provincial e Setor Formação: Irmã Teolide Viecieli.

Setor Formação: Irmã Marinete Ferreira dos Santos

Animação Missionária: Irmã Maria Lucimar Aquino e Irmã Ivonete Félix de Morais

Ecônoma: Irmã Maria de Fátima da Silva

Secretária Provincial: Irmã Inês Benelli

As Irmãs foram eleitas para o triênio 2010-2020 e dinamizarão a vida e missão da Província que está presente no Brasil (Amazonas, Bahia, Ceará, Distrito Federal, Goiás, Maranhão, Mato Grosso, Paraná, Paraíba, Piauí, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, São Paulo e Tocantins), Bolívia, Haiti e Venezuela. A Província Guadalupe foi fundada em dezembro de 2014.

O II Capítulo Provincial é realizado no Centro Teresiano, em São Roque, São Paulo e será encerrado na terça-feira, 05.

Fonte: Comunicação ICM

segunda-feira, 21 de agosto de 2017

60 Anos da Conferência dos Religiosos do Brasil - Regional de Porto Alegre/RS



Ao completar 60 Anos de fundação da Conferência dos Religiosos do Brasil - Regional de Porto Alegre/RS (CRB/RS), elevamos ao Senhor um hino de louvor pela vida e missão da Vida Religiosa Consagrada (VRC).

Início da CRB no Rio Grande do Sul
A Vida Consagrada desenvolve uma missão muito importante na Igreja do Rio Grande do Sul. Muitas Congregações vieram da Europa nestes mais de 500. Cada Família Religiosa tem sua história, seu crescimento, sua expansão, também, às vezes, seu declínio. Todas elas estão a serviço da Igreja e da sociedade.
Uma Instituição existe social e culturalmente na medida em que possui uma visibilidade reconhecida através de sinais, que lhe conferem uma identidade e credibilidade social. Como toda Instituição secular, também a Vida Religiosa necessita de um princípio unificador e dinamizador, uma "alma" que a mantenha viva, uma mensagem que seja compreendida e promova adesão para o bem comum. Ela precisa ter um "conteúdo" próprio. É devido ao seu "ser" que ela tem uma palavra ainda em nosso tempo.
Pela profissão dos votos de obediência, de castidade e de pobreza, nós religiosos e religiosas temos a vida pautada pela oração, pela vida fraterna em comunidade e no serviço/missão.

A vida Religiosa no Rio Grande do Sul em números
O Rio Grande do Sul é agraciado com a presença de aproximadamente 4.000 religiosos e religiosas, pertencentes a 67 Congregações (masculinas e femininas), constituindo 701 comunidades. São 485 Irmãos religiosos e sacerdotes missionários gaúchos em outros Estados do Brasil ou em outros países. Setecentos e cinco Irmãs Religiosas missionárias atuam fora do Estado e também em 74 países. Estão a serviço do povo necessitado e da missão evangelizadora da Igreja.
Para melhor servir, a Regional da CRB/RS conta com 21 Núcleos de Religiosos/as nas 18 Dioceses do Estado, integrados na missão da Igreja. Com alegria registra-se também, a presença significativa de 14 Mosteiros de Vida Contemplativa.

A VR nasceu para ser missionária e solidária
Com vigor missionário e profético, a Vida Religiosa do RS continua enviando missionários e missionárias às regiões mais necessitadas do Brasil e do mundo.
Constata-se que, na grande maioria, os Religiosos/as assumem as atividades na área da assistência social, na saúde e na educação. É de grande importância para a VRC estar a serviço deste público, muitas vezes carente de quase tudo.
Atualmente, são chamados a uma nova realidade social, marcada pela secularização e precisa responder a novas situações, a partir do Evangelho e das propostas dos fundadores e fundadoras, buscando um compromisso mais engajado e solidário com os pobres. Precisamos abrir novos caminhos e retomar os objetivos pelos quais os Institutos Religiosos nasceram.
No contexto atual, o brado de Deus para nós é o mesmo do profeta Isaias há tantos séculos atrás: "Vejam que estou fazendo uma coisa nova."Ela está brotando e vocês não percebem?" ( Is 43,19). Com esta inspiração, a VRC reafirma e celebra sua presença sempre em constante renovação sendo, assim, um sinal, uma luz para aquelas realidades onde predomina a desumanização, a falta de valores e a esperança.
Como Conferência dos Religiosos prioriza-se a missão com opção preferencial pelos pobres, pelos mais vulnerabilizados e pelos excluídos, com um estilo de vida simples, assumindo o cuidado da vida onde ela está mais ameaçada, em compromisso com os movimentos sociais, o processo democrático, a justiça social, o inter-religioso e a ecologia integral, em escolas confessionais ou públicas, nos hospitais, nas creches, na inserção em meios populares, em diversos serviços sociais e outras áreas.


É desta maneira que se assumem novas frentes:
* Trabalhos em redes, parcerias, articulações em políticas públicas, no acompanhamento de portadores de HIV, no mundo do trabalho; no atendimento aos surdo-mudos, aos cegos, à pastoral carcerária, nas creches e casas-lares para crianças pobres, à pastoral da Criança, no atendimento às Comunidades terapêuticas, integração nas CEBs (Comunidades Eclesiais de Base), à pastoral da Juventude.
* Combate ao tráfico humano,Um Grito pela Vida através da Rede Brasileira; solidariedade aos migrantes, prostituição infantil e feminina, justiça e paz, direitos da mulher e consciência ecológica, no cuidado da vida.
Ao comemorar o JUBILEU DOS 60 ANOS DA CONFERÊNCIA/RS, somos chamados/as a fazer memória de toda a história construída com dinamismo, criatividade, confiantes da perene fidelidade de Deus e, também, evocar o testemunho místico e profético das Religiosas e Religiosos que, com alegria, seguem os passos do Senhor Jesus. Confiantes de que "sempre haverá água nova no poço" para fortalecer a mística e profecia da VRC de todas as gerações, continuamos com esperanças e alegria.


Dia 19 de agosto, a CRB/RS celebrou o grande evento jubilar, com a presença do Prefeito da Sagrada Congregação dos Institutos de Vida Consagrada e Sociedades de Vida Apostólica,cardeal João Braz de Aviz, no Colégio Bom Conselho. Também esteve presente a presidente da Conferência Nacional dos Religiosos, Irmã Maria Inês Ribeiro e o arcebispo Dom Jaime Spengler.
FONTE: http://www.bomconselho.com.br/noticia

sexta-feira, 16 de junho de 2017

Reunião Ampliada em Palmas (TO)

Com a presença da presidente da CRB Nacional, Irmã Maria Inês Vieira Ribeiro, mad, 
aconteceu, no último final de semana,
 na Regional de Palmas (TO),
 a Reunião Ampliada.

segunda-feira, 15 de maio de 2017

GRENI Brasília: animação e reflexão

O Grupo de Reflexão de Religiosas/os Negras/os e Indígenas – GRENI -, da Regional Brasília, está em processo de reorganização e nessa dinâmica realizou dois encontros em 2017, um em abril e outro em maio. Seguindo a orientação da CRB Nacional, o grupo está estudando o livro TERNURA E RESISTENCIA. Embora o livro trate apenas da questão afro na Vida Consagrada, os estudos têm sido enriquecidos com a reflexão sobre a realidade das/os indígenas no Brasil.


A partir dos encontros reforça-se a certeza de que o GRENI é um espaço de reflexão, animação e articulação para Vida Consagrada Negra e Indígena e tem o papel histórico de anunciar um tempo novo, onde o povo negro e o povo indígena possam aprofundar a sua fé e a fé de sua Comunidade, buscando o reencontro das raízes históricas de si próprios, principalmente do povo negro e do povo indígena que vive hoje a sua experiência de fé na Vida Consagrada.


Além disso, o GRENI é um espaço aberto para todos e todas Religiosos/as sensíveis às causas negras e indígenas, sobretudo na conjuntura atual com tantos retrocessos no que se refere aos direitos sociais adquiridos.


Para animar e articular a caminhada foi escolhida uma Equipe de Coordenação composta pelas Irmãs: Maria Célia Ferreira Cavalcante, MJC; Ir. Tereza Mafalda INP; Ir. Ana Cristina Bastos, Batistina e as Irmãs Simone Maria e Deuzelina Linhares, JMJ.

E com muita alegria o grupo vai organizar uma Missa Afro para celebrar o dia da Consciência Negra.

En la Danza del Encuentro (Laudato Sí)


La Misericordia del Señor te abrace (Jubilio de la Misericordia) - CLAR


La cultura del encuentro - CLAR


Vídeo: La Visitación - CLAR


terça-feira, 25 de abril de 2017

A Mãe Aparecida chega agora à Bahia!

Ao trono acorrendo da Virgem Maria 

Ave, ave, ave, ave Maria, Nossa Senhora Aparecida!

Três séculos faz à terra ela vinha

De nossos afetos ser doce Rainha
 
  Ó Maria Santíssima, pelos méritos de Nosso Senhor Jesus Cristo, em vossa querida imagem de Aparecida, espalhais inúmeros benefícios sobre todo o Brasil.

Eu, embora indigno de pertencer ao número de vossos filhos e filhas, mas cheio do desejo de participar dos benefícios de vossa misericórdia, prostrado a vossos pés, consagro-vos o meu entendimento, para que sempre pense no amor que mereceis; consagro-vos a minha língua para que sempre vos louve e propague a vossa devoção; consagro-vos o meu coração, para que, depois de Deus, vos ame sobre todas as coisas.
 Recebei-me, o Rainha incomparável, vós que o Cristo crucificado deu-nos por Mãe, no ditoso número de vossos filhos e filhas; acolhei-me debaixo de vossa proteção; socorrei-me em todas as minhas necessidades, espirituais e temporais, sobretudo na hora de minha morte.

Abençoai-me, ó celestial cooperadora, e com vossa poderosa intercessão, fortalecei-me em minha fraqueza, a fim de que, servindo-vos fielmente nesta vida, possa louvar-vos, amar-vos e dar-vos graças no céu, por toda eternidade.

Assim seja!


terça-feira, 4 de abril de 2017

Trabalho e (im)Previdência - Não dá para fechar o olhos e os ouvidos!



No dia 03 de abril, Ir. Fátima e eu participamos da “Conversa de Justiça e Paz” e achei muito valiosa a reflexão que partilho com vocês o que consegui anotar, pois o momento é de reflexão, união e mobilização. Não dá para ficarmos alheios/as ao que está acontecendo no País.

O tema da conversa foi “TRABALHO E (IM)PREVIDÊNCIA” e foi conduzida por dois peritos no assunto: Dra Luciana Jaccoud e Dr. Mauro de Azevedo Menezes.

O assunto tem sido discutido de maneira ampla por muitas entidades. A responsabilidade do Estado é muito grande. Deve garantir as pessoas que perdem a capacidade de trabalhar uma renda para a sua sobrevivência. A Previdência não está ligada somente aos que se aposentam por tempo de serviço. Há outras situações para as quais a sobrevivência deve ser garantida. É renda que sai dos próprios trabalhadores, através de arrecadação e tributos. É direito social. É o próprio trabalhador que cotiza. Opera com transferência de gerações. Uns contribuem enquanto outros a recebem.

Em 1988 houve significativa mudança na Constituição. Ampliou o pacto. A Previdência foi estendida ao trabalhador rural como solidariedade contributiva e também aos idosos e portadores de deficiência através do BPC (Benefício de prestação continuada). A Constituição de 1988 reconhece: a) os aposentados por contribuição e tempo de serviço; b) Os idosos e inválidos; c) os beneficiários do BPC. Essa mudança tem sido criticada com a afirmação que é insustentável. O Estado não está preocupado com a população mais vulnerável. O que precisa é estender o seu campo de assistência e não reduzir.

Atualmente a Previdência atende a 82% de aposentados com mais de 60 anos. Se tirar essa renda acontecerá um enorme impacto na sociedade.

ALGUMAS PROPOSTAS DA REFORMA:

a) Tempo de contribuição para ter acesso a aposentadoria – aumento de 15 para 25 anos; b) Regra única para homens e mulheres – 65 anos;
c) Regra única para trabalhador urbano e rural.
d) Aumento de idade para receber o BPC para idosos – 70 anos;
e) Desvinculação do BPC com relação ao salário mínimo. A estrutura da proposta da reforma é de exclusão, cada vez maior das pessoas pobres e vulneráveis.

CONCLUSÕES: A reforma provocará, caso seja aprovada, uma redução no direito de aposentadoria com impactos em

· Aumento da desproteção dos homens. Estima-se que 26% dos que se aposentariam (RGPS – Urbano - Regra Geral de Previdência Social) não conseguirão se aposentar com as novas regras;

· Aumento da desproteção da mulheres. Estima-se que 44% das que se aposentariam (RGPS -  Urbano) não conseguirão se aposentar com as novas regras;

 · Aumento de desproteção no campo. Estima-se que 80% dos que se aposentariam (RGPS - Rural) não teriam capacidade contributiva para se aposentar com as novas regras;

· Aumento da desigualdade entre homens e mulheres;

· Aumento da desigualdade entre urbano e rural;

· Aumento da desproteção de trabalhadores de menor renda e mais baixa escolaridade.

PROPOSTA DA REFORMA:

· Enfraquece a seguridade social em sua capacidade protetiva, impacto distributivo e garantia de condições mínimas, dignas de vida a pessoas com deficiência e idosos

· Ampliará o contingente de trabalhadores sem proteção na velhice;

· Ampliará o número de demandantes da Assistência Social;

· Reduzirá o valor do BPC com impacto negativo nas condições de vida das pessoas com deficiência e idosos beneficiários.

· Ampliará a pobreza e vulnerabilidade entre idosos e pessoas com deficiência;

· Ampliará a pobreza e a desigualdade no País.


REFORMA DO TRABALHO: Também mexe muito no conjunto dos direitos já adquiridos. Já é assustadora a aprovação da emenda constitucional:

a) Teto para crescimento das despesas vinculadas apenas a taxa inflacionária por 20 anos;

b) Aprovação congressual da majoração da DRU (despesas da união) de 20% a 30%.

São medidas perversas que incidirá drasticamente sobre a educação, saúde, assistência social, transporte, moradia... E mais, já aprovada a lei da terceirização que desprotege o trabalhador. A reforma trabalhista que as pessoas tem colocado em segundo plano é tão perversa quanto a reforma da previdência. O objetivo é diminuição de custos trabalhistas e diminuição de flexibilidade de regras trabalhistas no ambiente de negócios. Facilitará unicamente o investidor e não o trabalhador. A reforma está em total descompasso com os princípios e normas da Constituição Federal

No final, a observação feita foi que se acontecerem essas reformas é melhor “rasgar a Constituição Federal”.

Irmãos e Irmãs, é ou não é hora de nos unirmos mais, como cristãos e cristãs? Quem será afetado/a com as reformas?

Os destinatários da nossa Missão, os pobres, os pequeninos, os vulneráveis, crianças, idosos e deficientes! Não dá para fechar o olhos e os ouvidos! Nosso povo ainda não sabe dos impactos que causarão as reformas.

Brasília, 03 de abril de 2017

 Ir. Maria Inês V. Ribeiro, mad

Presidente da CRB Nacional

SDS Bloco H nº 26 Sala 507 Edifício Venâncio II
CEP: 70393-900 - Brasília – DF

Tel.: (61) 3226-5540

quarta-feira, 29 de março de 2017

Um pouco da Assembleia Geral Ordinária (AGO) 2017



A CRB Nacional realizou a Assembleia Geral Ordinária, dia 28 de março de 2017, no Centro Cultural de Brasília (CCB), em Brasília (DF), com a presença da Diretoria, da Equipe Interdisciplinar, Conselho Fiscal, representantes e coordenadores das 20 Regionais e Assessores Nacionais Executivos.

No seu Relatório, a presidente, Ir. Maria Inês Vieira Ribeiro, mad, lembrou que “Animar, coordenar e representar a Vida Consagrada do Brasil é a missão da Diretoria da CRB Nacional. Com alegria buscamos concretizar esta grande e bonita missão acompanhando a caminhada, acontecimentos, celebrações, vitórias, conquistas, desafios, dificuldades, luzes e sombras dos Religiosos e Religiosas das Congregações, Institutos e Ordem no Brasil”.

“Confiantes na ação do Espírito, que faz brotar coisas novas e na presença de Maria, que nos contagia com sua gratuidade e prontidão, saímos depressa para concretizar as propostas do novo Horizonte e as Prioridades assumidas na Assembleia Geral Eletiva em 2016. Nos empenhamos na elaboração do Plano do Triênio 2016-2019 planejando atividades para cada uma das Prioridades em sintonia com as necessidades da VRC, apelos da realidade e da Igreja", relatou.

Foi apresentado alguns projetos que a CRB Nacional conduz na formação permanente da VRC do Brasil e de outros países e na animação da VRC.
  CERNE 2017

 Houve durante a ago, significativas celebrações
 Foi feita a Análise de  conjuntura com a assessoria do Prof. Pedro Gontijo 


 Houve reflexão em Grupos







Foi feito também o lançamento do caderno sobre Leitura Orante da Palavra de Deus - subsídios para a VRC no Ano Nacional Mariano, "Saiamos depressa ao encontro da vida" - CLAR, preparado pelo Pe. Tomaz Hughes, svd, membro da equipe interdisciplinar da CRB.





 Apresentações das Regionais



O Instituto Axis, representado por Sebastião Venâncio e Márcio Moreira, apresentou uma análise a partir de estudos feitos sobre a CRB, enfatizou destaques como: riqueza de conteúdos, força na execução, multiplicidade de projetos e ações, diversidade de públicos e adaptações locais.
A apresentação da AXIS enfocou nas questões do Plano Trienal, avaliação de projetos e lideranças.

Destacou:
Como dar conta da rotatividade de religiosos/as?
Como a CRB é percebida?
O que falta para haver mais pertença?
Seria interessante um software com todos os projetos e ações?
Planilha com diagnóstico das dificuldades regionais?

Considerando as quatro prioridades da CRB, com seus 17 projetos.
Multiplicidade de ações, “Sinais empoderados de futuro” , “Coração ardente e pés peregrinos”, levantou questões como:

  • Seria valioso, importante, um painel de acompanhamento? (painel gerencial, “dashboard”)
  • Seriam relevantes indicadores e metas? (em construção participativa)
  • Conceitos como eficiência e eficácia são necessários?
  • A avaliação da efetividade seria relevante?
  • Como olhar, acompanhar os processos e não apenas os resultados?
  • Uma matriz de prioridades poderia trazer alguma contribuição? - GUTI (agregar ao item “Importância” o “coração e a mística”)

Na Comunicação:
  • Quem são os públicos-alvos? (Definição prévia dos interessados – “stakeholders”), mensuração de acessos, ouvidoria, feedbacks?
  • Banco de perguntas?
  • Como reverter, como evoluir, da “fluidez religiosa e das reações fundamentalistas”?


Entre tantas atividades destacou-se que a Comunidade Missionária Intercongregacional no Haiti, contou, em 2016, com a presença e a significativa ação de 08 Religiosas pertencentes a 08 Congregações:
  1. Ir. Maria Goreth Ribeiro (Filhas de Santa Teresa - Teresianas),
  2. Ir. Rosângela Ferreira da Silva (Missionária de Jesus Crucificado), regressou ao Brasil em setembro de 2016,
  3. Ir. Maria Câmara Vieira (Servas da Santíssima Trindade),
  4. Ir. Ideneide do Rêgo (Irmãs Carmelitas da Divina Providência),
  5. Ir. Marlene Aparecida Avansi (São Francisco da Providência de Deus) regressou ao Brasil,
  6. Ir. Zenaide Laurentina Mayer (Franciscanas de São José),
  7. Ir. Vanderléia Correa de Melo (Instituto das Irmãs Franciscanas de Cristo Rei)
  8. Ir. Helena Margarida ( Fraternidade esperança).



Para Pemba, Moçambique, África, foram enviadas quatro missionárias de diferentes Congregações:
  1. Ana da Glória, da Congregação das Franciscanas Penitentes Recoletinas
  2. Neusa Aparecida Bernardo, da Congregação das Franciscanas da Penitência
  3. Francisca da Silva Maia, da Congregação das Cordimarianas
  4. Telma Silva de Oliveira, da congregação das Irmãs da Purificação de Maria Santíssima

Realizaram-se vários Projetos Sociais, Redes e Parcerias:

Através da valiosa contribuição da Ação Episcopal Adveniat, a CRB Nacional constrói pontes de ajuda a vários Projetos de Proteção Social Básica.
A Rede “Um Grito pela Vida” que tem por objetivo ações contra o tráfico de pessoas, prossegue seu desafiante trabalhos, organizada em 23 núcleos, com mais de 300 Religiosas/os envolvidos. Neste ano celebra 10 e acontecerá um Seminário especial de avaliação e celebração, em Brasília.

Muitas outras parcerias foram concretizadas, somando com várias outras entidades, organismos e a CNBB.

No final, foi feito um agradecimento a todas as Congregações que liberam seus Irmãos, Irmãs ou Presbíteros para assumir a missão na CRB Nacional. Contando com as orações de todos/as, elevamos um hino de louvor ao Deus da Vida pelo bem que a CRB vem realizando de dedicação ao povo de Deus.
Momento especial foi a celebração de entrega da imagem peregrina de Nossa Senhora Aparecida para a Regional de Vitória, onde ficará de 01 a 22 de abril.