terça-feira, 10 de janeiro de 2017

Filme: O encontro da imagem de Nossa Senhora Aparecida



]
Duração: 10:41
O encontro da imagem de Nossa Senhora Aparecida
12 de outubro de 1717. Região do Vale do Paraíba.
Três humildes pescadores buscam nas águas do rio peixes para a recepção do nobre visitante, o Conde de Assumar. Nada conseguiam, senão o aumento do temor por não poderem cumprir o mando da Câmara de Guaratinguetá.
Mas algo estranho aconteceu. O encontro de uma pequenina imagem de barro, da Virgem da Conceição. E, após isso, uma pesca farta!
Devoções, orações, graças, milagres se sucederam... Os simples receberam um especial amparo dos céus. A História mudou o seu curso. Uma História de luta, humildade e fé, presente nos corações dos brasileiros, sob o padroado de Nossa Senhora Aparecida.


Filme: O milagre das águas ( N. Sra.Aparecida)


 
Ano: 1987.
Gênero: Drama.
Direção: Ronoaldo Pelaquim
Elenco: Fábio Henrique e Ronoaldo Pelaquim
Duração: 1:25:50
Sinopse: Em 1904, um senhor paraplégico, em consequência de um acidente, é levado por seu filho João, de lugar em lugar, numa cadeira de rodas. Ao saber que o pai era da terra da Santa, o menino quer a todo custo empreender uma longa viagem, com destino a Aparecida do Norte. A contra gosto por já não ter fé, Pai José, como é chamado o velho pelo menino, consente na viagem; e no caminho vai contando a história da Santa nascida nas águas. O que se vê na tela é a fantasia do menino João, encantado com a história, e triste por não saber da situação dos negros escravos de então. A fé inocente e poética do menino acaba por provocar uma situação de tirar


sábado, 7 de janeiro de 2017

Por mais . . .





Por mais sombrias que sejam as nuvens,
por trás delas esconde-se um sol radiante.

Por mais escura que seja a noite,
mais vivo e forte será o brilho das estrelas.

Por mais estéril que seja o deserto,
na encruzilhada repousa um oásis acolhedor.

Por mais venenoso que seja o mutismo,
no útero do silêncio plasma-se uma palavra nova.

Por mais amargas que sejam as lágrimas,
cedo ou tarde um riso largo as substituirá.

Por mais despida e vazia que seja a solidão,
haverão de povoá-la um olhar e um rosto amigos.

Por mais que o frio corte qual navalha afiada,
à espera está o lume familiar de uma casa.

Por mais ameaçador que seja o mar bravio,
ao longe o farol indica a direção do porto.

Por mais nua e pobre que esteja a alma,
a luz do espírito a tornará rica e luminosa.

Por mais dolorosa que seja a separação,
o reencontro permanece como horizonte.

Por mais funda que seja a mágoa,
haverá sempre lugar para o perdão.

Por mais que a fome arreganhe seus dentes,
levanta-se do chão o clamor por justiça e paz.

Por mais curvado pelo peso da cruz,
nela mesmo reluz a chama da ressurreição.

Por mais inóspitos que sejam os caminhos da migração,
abre-se na terra a porta de uma refúgio, e no céu a pátria definitiva.

Pe. Alfredo J. Gonçalves, cs - Lisboa, Portugal, 05 de Janeiro de 2017

sexta-feira, 23 de dezembro de 2016